Como identificar o que é necessário e supérfluo

A difícil missão de identificar o necessário e supérfluo

Nem sempre conseguimos saber a diferença entre necessário e supérfluo em nossas vidas. E isso ainda fica mais complicado quando estamos falando de finanças pessoais ou da família.

Na sociedade atual o consumismo acabou bagunçando a cabeça de muita gente com aquilo que se deve ter por necessidade e aquilo que as empresas dizem que é preciso ter, seja por prazer, por estar na moda ou simplesmente para ter um produto de última geração.

Ter bem definido o que é necessário e supérfluo na vida financeira é essencial para poder equilibrar o orçamento. Em momentos de apertos então, essa identificação deve ser mais clara do que nunca.

Mas como saber o que manter e o que pode ser descartado das minhas finanças? Nós vamos ajudar você a a fazer essa distinção agora mesmo. Confira!

Necessário e Supérfluo: como distinguir um do outro?

Primeiramente você deve saber o significado das palavras “necessário” e “supérfluo”. Embora isso pareça uma bobagem, saber claramente o que elas significam poderá lhe ajudar a ver melhor quais são os seus tipos de gastos.

Necessário é algo que é indispensável, muito importante, ou seja, o que você não pode abdicar, o que não pode deixar de ser feito.

Já o supérfluo é algo que apresenta um caráter desnecessário, ou seja, dispensável e inútil.

O próximo passo

Com essas definições em mente, vamos prosseguir para o próximo passo: ajudar você a criar mecanismos para identificar o que é necessário e supérfluo nos seus gastos.

Para você poder ter uma noção dos tipos de gastos que você possui, uma boa opção é ter uma planilha de orçamento mensal.

Se você não tem, baixe a planilha que preparei para você ou ainda crie uma. Ela é um plano personalizado que vai lhe ajudar. E não só a ter uma consciência maior dos seus gastos, evitando problemas financeiros, como também vai possibilitar que você consiga atingir os seu objetivos e sonhos estabelecidos.

A planilha será o seu primeiro método para saber qual a sua situação financeira real. Anote nela todos os recebimentos e gastos do mês. Você pode classificá-los por categorias, como contas, gastos com o carro, comida, educação, casa, saúde e lazer.

Dentro dessas categorias é hora de analisar. O que é realmente necessário e o que pode ser cortado. Não seja flexível. Tudo aquilo que não for estritamente necessário em sua vida deve ser cortado.

Não se prenda as suas necessidades artificiais

É isso mesmo! Não fique preso às coisas que você pensa que precisa, quando na verdade pode deixar passar. São elas que, muitas vezes, levam as pessoas ao endividamento

Essas “necessidades” são geradas pela indústria do consumo e, quase sempre, nós nem percebemos que não precisamos daquele produto e só estamos adquirindo ele para saciar apenas uma vontade.

Depois de feita a análise você pode decidir por cortar ou não os gastos que você considera supérfluos.

Faça uma auto avaliação e caso você decida dar adeus àquilo que não é essencial na sua vida, poderá sobrar mais dinheiro para quitar dívidas.

Depois de quitadas você pode construir um fundo de emergência para você e sua família. Assim que ele estiver pronto e bem abastecido você pode começar a investir em outras coisas que te trarão um retorno financeiro.

Bem, agora você já sabe diferenciar o que é necessário e supérfluo na sua vida. Por isso, ficará muito mais fácil administrar suas finanças para garantir o controle do seu orçamento por muito mais tempo.

E então, gostou do artigo? Aprendeu a diferença entre o que é necessário e supérfluo? Deixe o seu comentário e compartilhe conosco a sua opinião sobre o assunto!

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